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Em Nome da Sogra, do Genro e da Nora!








O que querem afinal os namorados/namoradas dos filhos de alguém?  Porque se a pessoa é filho(a) tem que ter pelo menos mãe, né não? Eu já não tenho mais certeza de nada com tanta tecnologia avançada por ai.
Todo mundo tem uma piadinha besta debochando das sogras. Sogras são declaradas inimigas mortais daqueles que acreditam que passaram a ser proprietários/sócios majoritários do filho(a) da sogra.
Fácil demais falar mal das sogras.
Onde afinal está escrita a regra que define sogras como demônios de genros e noras e declaram a guerra fria e de artilharia pesada como a chantagem emocional, dos dois lados?
Não é bem assim não, nem bem, nem mal.
A gente espera, prepara, sente, cria, sofre e depois entrega para um desconhecido(a) cuidar ou descuidar.
Será que o comportamento das sogras não é apenas a resposta ao comportamento do genro e/ou da nora?
A gente quer que nossos filhos sejam felizes, não é isso? A gente acaba aceitando as escolhas dos filhos se eles acreditam que ali está a felicidade deles, mesmo que a gente enxergue a seta em neon piscando loucamente, onde abaixo se lê “problema” acompanhando o indivíduo que a nossa “criança” acha que caiu do céu, só porque não viu o buraco do inferno.
Claro, os filhos vão dizer que estamos inventando, que estamos com ciúmes, que estamos vendo coisas. Pois é, a gente vê cada coisa que não dá pra acreditar, nem aqui, nem lá, onde quer que seja lá!
Tem a amiga de uma amiga de uma amiga que tem uma filha que conheceu um rapaz que de 15 em 15 dias volta e termina o namoro com a menina. Isso a mais ou menos um ano e meio de relacionamento. Ela chora, diz que nunca mais, ele liga, pede pra voltar, ela volta. Quando está tudo lindo, tudo maravilhoso, ele manda uma mensagem por e-mail, MSN, Facebook dizendo que não quer mais, que não é pra ele e que bem, que bem, qualquer coisa que ele diga só significa que ele não gosta dela. Mas depois de quinze dias ele acha que cometeu um erro e, bem, já contei como acaba esta história. Pior é que não acaba, eles vão, eles voltam, mas pelo menos a amiga, da amiga, da amiga arrumou um bom apelido pro rapaz, agora ela o chama de bosta.
Talvez ele nem seja um bosta realmente, talvez ele apenas não saiba como agir, ou não entenda o que é um relacionamento e nem esteja disposto a entender, vai saber! Ok, eu estou tentando ser boazinha! Eu tenho que pelo menos tentar, dar o benefício da dúvida. Dúvida. Eu não tenho nenhuma, mas vai que alguém tem!!!
Será que algumas pessoas são tão idiotas que não entendem que para conquistar uma sogra basta tratar bem a “criança” dela?  O tipo de pessoa que não entende isso não merece sequer pensar em ter um relacionamento afetivo com uma pessoa do sexo oposto (ou não, conforme as “regras” atuais). Não quer namorar? Termina. Quer namorar, respeite a pessoa, a família, as regras. Se não consegue respeitar a família, como pode ser digno de um dia ter uma?
Ah tá! Não precisa casar, relacionamentos sempre dão certo enquanto duram! Será que é tão difícil entender isso? Só se a pessoa for burra, ou bosta.
A amiga da amiga da amiga da minha amiga me contou que o rapaz marcou um dia para ir conversar com os pais da garota, assumir o namoro e tal, mas não apareceu. Parece que o papagaio ficou gripado, a unha encravou, o corte de cabelo feito especialmente para a ocasião não ficou bom, alguém adoeceu, algo assim ou coisa parecida. Então tá, mas e antes disso tudo acontecer e depois?
Pensando bem, cada um tem o namorado que merece, não é? E se o tal termina com a filha da amiga, da amiga, da amiga é porque ela deve achar pouco, bom e gostoso!
Ah, os jovens, ah o amor!
Ah se eles soubessem o que é o amor...
Sogras, melhor não tê-las, mas se não tê-las, como enlouquecê-las?

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